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23 setembro, 2009

RESIDENTES DO MAL: O segredo final


(Capítulo 29/ último capítulo)

O segredo final


Tiros ecoaram pelo túnel. Vários tiros!
Barry virou a cabeça pegando sua arma. Os sons o puseram em ação automaticamente.
Barry virou e correu. De repente a porta se abre em sua frente e ele parou onde estava. Wesker saiu da sala com a arma apontada para Barry.
“Então é você quem está por trás disso tudo, Wesker?? interrogou Barry.
“ Vocês Alpha são uns idiotas mesmo, estragaram tudo, agora terão o que merecem!!” revidou Wesker.
Barry estava indignado com a postura de Wesker, apesar de sempre ter tido um receio das atitudes de Wesker.
“ Libertei a nossa melhor experiência para acabar com a vida de vocês, Trend, um ser metade homem, metade monstro!”
Barry se aterrorizou com a atitude de Wesker, pois ele era o capitão dos STARS.
“Essa hora, Trend já deve ter acabado com a vida dos seus amigos: Jill, Chris e aquela idiota da Rebecca. Assim que acabar com você, sairei desta mansão e já programei uma bomba para explodir quando estiver bem longe daqui!! Nunca, ninguém saberá o que ocorreu aqui!!” Wesker disse, estampando um sorriso em sua face.
Barry o interrogou:
“ O que levou você a tomar essa atitudes?? Como pode trair os STARS, e querer acabar com nossas vidas???”
Wesker com um olhar de fúria e um tanto atormentado, respondeu Barry:
“Vocês destruíram meus planos... estava próximo de descobrir a cura!!”
Barry encabulou-se.
“Mas do que você está falando, Wesker???”
De repente a pele das mãos de Wesker começou a se desfazer, assim como a pele de sua face. Barry ficou horrorizado com a figura em que Wesker estava se transformando, um monstro!
Wesker ainda teve tempo de dizer algumas palavras antes de se transformar em uma criatura abominável.
“Eu sou um experimento da Umbrella, estive todos esses anos aqui na mansão da Umbrella, desde que ela foi abandonada, tentando encontrar uma cura para essa maldição!! Vocês estragaram tudo!! Agora merecem morrer!!Todos!!”
Barry ficou surpreso e num momento de medo, sentiu pena de Wesker. Mas não podia ter compaixão de Wesker, pois ele havia se tornado em um ser abominável e monstruoso.
Enquanto Wesker se debatia em seu processo de mutação, Barry aproveitou para sair correndo, fugindo de um possível ataque daquilo, que um dia foi Wesker.
Ele seguiu correndo pelo corredor, quando de repente depara-se com os gritos de Jill, Rebecca e Chris.
“ Jill encontrou Chris e Rebecca, eles estão vivos!!” um sentimento de adrenalina arrebatou o coração de Barry.
Barry contornou o corredor e avistou os três, correndo desesperadamente da criatura que os perseguiam. Ele carregou sua escopetta e mirou sobre o peito da criatura, disparando freneticamente no monstro. A criatura pôs-se a gritar e caiu arrebatadoramente ao chão.
Jill, Chris e Rebecca suspiraram aliviados, sentindo uma mistura de adrenalina e emoção.
Chris foi o primeiro a manifestar-se, abraçando Barry.
“Que bom amigo te ver, achei que você havia morrido!!”
“Alpha Team...Câmbio!! Câmbio... Alguém na escuta??”
A voz vinha do rádio comunicador de Rebecca, que logo respondeu o chamado:
“Rebecca, falando! Câmbio!!
“ Aqui é Brad Vickers, você está bem??”
Barry pediu o rádio para Rebecca e pôs a falar:
“Por favor, envie um helicóptero para nos resgatar daqui!! Corremos perigo!”
“Câmbio! Já estamos sobrevoando a mansão!! Nos encontrem pelo lado de fora da mansão!!Câmbio.”
Todos puseram-se a correr, contornando todo o túnel para achar a saída que dava acesso ao lado de fora.
“Aqui!! Aqui!!, encontrei a saída”, disse Jill.
De repente um som vinha do fundo escuro do corredor.
“È ele, Wesker! vamos correr!” disse Barry apavorado.
Jill, Chris e Rebecca, interrogaram:
“ Temos que esperar o Capitão Wesker, ele precisa ser salvo!!”
Barry, correndo, respondeu:
“Vamos, Wesker não precisa de ajuda, ele ficará melhor, se morrer! Wesker é um monstro!! Vamos....vamos.... essa mansão irá explodir. Vamos!!!”
Eles conseguiram encontrar a saída e avistaram o helicóptero, pousando sobre o jardim. Brad Vickers, acenou para eles. Barry ollhou para o helicóptero, flutuando a seis metros do chão, e viu um escuro objeto cair da porta lateral aberta, caindo no chão.
Chris estava mais perto e correu para o objeto, seguido de Jill , Rebecca e Barry.
“Vamos, Brad! Agora.!!” disse Jill.
O helicóptero levantou vôo e acelerou...
Do alto dava para ver e ouvir o barulho e movimento, como num terremoto, da mansão Umbrella, desintegrando-se. Enormes bolas de fogo se ergueram no céu, e puderam ser vistas a quilômetros de distância em seu breve momento de brilho. Assim que o último estrondo ecoou na floresta, os destroços começaram a queimar....

Por: Catiego Mariano Antunes
Obs: Agradecemos a todos os leitores que acompanharam esta web-série, que com certeza foi uma boa opção para os amantes da leitura. A direção do BR Televisão agradece também o escritor Catiego Mariano Antunes, que nos forneceu este belo material para publicação.

19 setembro, 2009

RESIDENTES DO MAL: Jill é atacada por criatura humana e encontra Chris e Rebecca

(Capítulo 28/ penúltimo capítulo)

Jill é atacada por criatura humana e encontra Chris e Rebecca


Barry está demorando muito. Jill não tinha a idéia da extensão dos túneis, mas pelo que viu, todos pareciam iguais. Barry pode ter se perdido tentando voltar. Ou ele encontrou o assassino, e sem cobertura...
“Ele pode não voltar!”
De qualquer modo ficar parada não ajudaria muito. Ela se levantou, olhando o pálido rosto de Enrico pela última vez, e lhe desejando paz antes de sair.
“O que ele descobriu??”Quem era??”
Enrico não consegui dizer que o traidor era ele, mas isso não ajudava muito; exceto Jill e a novata, o resto do STARS de Raccoon eram homens. Ela poderia suspeitar de Chris; ele estava convencido sobre haver algo de estranho acontecendo desde o começo, e agora Barry, que estava com ela quando Enrico morreu. Brad Vickers não era do tipo perigoso. Joseph e Kenneth estavam mortos, só resta Wesker.
Nenhum deles pareciam suspeito, mas ela tinha que pensar nesta hipótese.
Chegando na porta, Jill amarrou suas botas, preparando-se. Ela abriu a porta de metal, escutando, e saiu para o corredor, ficando perto da parede. À frente dela, o corredor estava escuro . Ela optou em voltar por onde tinha vindo;o escuro era um lugar perfeito para ciladas. Ela ouviu o eco de algo grande se movendo. Instintivamente, ela usou o som como cobertura, deslizando na direção da porta assim que o som parou. Ela voltou para o túnel onde tinha encontrado com Barry. Atrás dela uma porta se abriu.
Jill virou, erguendo sua arma e olhou com horror para a coisa de pé, lá. Era grande , na forma de um homem, mas a semelhança acaba aí. Nú, mas sem sexo, o corpo musculoso inteiro era coberto por uma áspera pele anfíbia verde-escura. Era corcundo o suficiente para que seus impossíveis braços tocassem o chão. Suas mãos e pés eram dotados de grossas e brutais garras. Pequenos e estreitos olhos claros estavam em sua larga cabeça de réptil. Ele virou seu olhar para ela, soltando um tremendo e alto grito como ela nunca havia ouvido antes, o som , encheu Jill de um tremor mortal. E com outro terrível grito, ele se lançou para cima dela, com sua boca aberta. Jill atirou . Três tiros atingiram a criatura no peito, fazendo ele cambalear-se para trás.
Jill mirou no crânio do monstro e esvaziou as balas de sua arma. Mesmo enquanto pele verde se esfarelava e sangue espirrava, ela continuou atirando , os quentes projéteis penetrando em sua rosada massa cerebral.
Click!! Click!! Click!!
Sem balas!! Ela abaixou a arma, seu corpo inteiro tremendo e pôs-se a correr, fugindo da horrível criatura.
Jill saiu do corredor , indo para uma passagem sombria. Ela se encostou na parede e respirou fundo.
Jill avistou em meio a escuridão do túnel a figura de duas pessoas.
“Quem está aí??? Interrogou .
Uma voz respondeu logo em seguida:
“Jill é você???? Somos nós....!!!””
Eram Chris e Rebecca que haviam conseguido sobreviver aos ataques da Cobra gigante assassina, e que, por ironia do destino, também haviam encontrado a passagem secreta nos jardins da mansão da Umbrella.
Eles vieram ao encontor de Jill em uma corrida frenética. Logo ela pode avistar melhor a imagem de seus amigos em meio aquela escuridão do túnel.
“Chris, Rebecca! Que bom encontrar com vocês!! Achei que vocês haviam morrido??”
Este lugar estava cheio de ciladas e tem algo de muito perigoso acontecendo aqui.
“Vocês estão bem?? Conseguiram descobrir algo???”
De repente todos ouvem um som perturbador ecoando dentro do túnel, Jill estremeceu. Era a criatura vindo ao encontro deles.....

Continua...(não perca o último capítulo)

16 setembro, 2009

RESIDENTES DO MAL: O encontro de Jill, Barry e Enrico. A misteriosa revelação de Enrico



(Capítulo 27 / últimos capítulos)

O encontro de Jill, Barry e Enrico. A misteriosa revelação de Enrico


Jill estava impressionada com o que achou atrás da cascata. Parece que havia um malha de túneis debaixo do jardim da mansão. As paredes eram duras e irregulares, pedaços de pedra calcária criando ângulo. O som da cachoeira era estranhamente baixo. Podia-se ouvir o som de gotas pingando, dando um ar medieval ao túnel. Jill encontra uma porta dentro do túnel e abriu-a. Congelou, sentindo uma onda de emoção assim que novamente depara-se com Barry Barton, de arma na mão.
“Barry??”
Ele rapidamente abaixou a arma, tão chocado quanto ela e, tão molhado também. A manga de sua camisa dobrada até os ombros, seu curto cabelo, bagunçado.
“Jill como você chegou aqui??”- questionou Barry.
“Igual a você, aparentemente. Mas como soube da passagem secreta??”- Jill interrogou.
Ele ergue sua mão, interrompendo-a.
“Escute!!!!”
Eles ficaram calados, Jill olhando para cima e para o corredor de pedra, tentando ouvir o que Barry havia escutado.
Haviam portas de metal em cada ponta do corredor, iluminados por pequenas placas de Emergência.
“Eu pensei ter ouvido algo... vozes!!” -ele disse.
Antes dela fazer mais perguntas, ele virou e a encarou, sorrindo disse:
“Olha, me desculpe por não tê-la esperado, mas eu ouvi alguém andando no jardim e tive que dar uma olhada. Eu achei esse lugar por acidente... deixa pra lá! Ainda bem que você está aqui. Vamos dar uma volta, ver o que podemos descobrir!!”
Jill concordou, mas decidiu ficar de olho nele. Ela podia estar paranóica, mas apesar das palavras, Barry não parecia estar tão feliz em vê-la.
Eles resolveram explorar o túnel, ambos de arma nas mãos.
Os dois entraram em um outro corredor. Os corredores tinham a mesma aparência , esse virava à esquerda. Ela já estava perdida e não queria mais ver curvas....
“Quem está aí??? – uma profunda e familiar voz veio de algum lugar à frente.
“Enrico????É você???” Jill disse.
“Jill, é você??”- a voz respondeu.
Ela correu e fez a curva, Barry logo atrás. O capitão do Bravo Team ainda estava vivo.
Jill o viu sentado contra a parede, o túnel terminava lá.
“Espere!! Fique aí!!!- Enrico disse cauteloso.
Ela parou , olhando para a escopetta que ele estava apontando. Ele estava ferido, sangue em sua perna.
“Você está sozinha, Jill??. Seus olhos escuros estavam cheios de suspeitas.
“Barry está aqui também !! Enrico, o que aconteceu??? Para que isso??”
Assim que Barry apareceu, Enrico os olhou por um longo tempo, para eles e para a escuridão atrás deles e, abaixou a arma. Barry e Jill aproximaram-se perto do amigo ferido.
“Me desculpem...!” – ele disse cansadamente. “ Eu tinha certeza que....”
Jill pegou a mão dele gentilmente, impressionada com o quanto pálido ele estava. Sua coxa estava sangrando, sua calça toda manchada.
“Tudo isso foi uma armação!!” – ele respirou olhando para Jill.
“Eu me perdi, encontrei a passagem secreta entre as cascatas... achei o papel....a Umbrella sabia, o tempo todo...!!”
Barry pareceu chocado, sua face tão branca quanto de Enrico.
“Agüente firma Enrico!! Nós o tiraremos daqui!!!”
Enrico balançou a cabeça, ainda olhando para Jill.
“Tem um traidor no STARS...”- disse Enrico.
BAM!!!BAM!! BAM!!
O corpo de Enrico pulou assim que dois buracos apareceram de repente em seu peito, sangue pulsando deles. Depois dos ecos dos tiros, passos voltaram do corredor atrás deles.
Barry se ergueu e correu, enquanto Jill soltava a mão de Enrico sem poder fazer nada. Ele tombou morto.
A mente dela flutuava em perguntas enquanto Barry perseguia os passos, o silêncio tomou conta do lugar novamente .
“Que papel ele achou??? Quando ele disse traidor, ela imediatamente pensou em Barry, agindo tão estranhamente, mas ele estava do lado dela quando os tiros foram disparados em Enrico.”
“Então quem fez isso??- ela continou a pensar. “ De quem Enrico estava falando??Quem ele viu??”
Sentindo-se perdida, Jill segurou a fria mão de Enrico novamente e esperou Barry voltar.....

Continua...

Catiego Mariano Antunes

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12 setembro, 2009

RESIDENTES DO MAL: Jill encontra passagem secreta no jardim da mansão Umbrella


(Capítulo 26/ últimos capítulos)

Jill encontra passagem secreta no jardim da mansão Umbrella


Jill parou na frente da escada, respirando, percebeu que algo estava diferente. Ela olhou em volta, tentando descobrir o que os seus sentidos lhe diziam.
“Está mais quente, e o ar não está tão mau cheiroso!”- ela pensou.
Jill virou –se e desceu as escadas. No final dos degraus, ela viu que a porta que dividia os dois corredores estava aberta. Dava para ouvir o distante som dos grilos, sentir o ar fresco da noite.
Ela correu para o corredor mais escuro e foi para a direita, e pode ver a porta para a passagem coberta aberta. Ela correu mais, sentindo o limpo ar contra a sua pele enquanto contornava o canto arredondado. A porta dava num pequeno depósito de jardinagem. Enfim, ela encontrava-se ao lado de fora da mansão.
Ela tinha que admitir que a idéia de voltar para a mansão, com uma possível saída diante dos seus olhos, não era atrativa. Ela empunhou a arma e foi para a porta extrema, sua decisão feita.
A primeira coisa que percebeu foi um som de água correndo entre leves ruídos da floresta, como uma cachoeira. A segunda e terceira coisa que percebeu foram os corpos de dois cachorros baleados no irregular chão azulado de pedra.
“Bem provável que um dos S.T.A.R.S. tenha passado por aqui!”
Jill saiu num pátio com altas paredes, baixos canteiros de tijolos em cada lado. Do outro lado estava um portão de metal fechado, depois de um canteiro com arbustos no meio do caminho; à esquerda havia uma reta passagem escurecidas pelas altas paredes. O som da cachoeira parecia vir daquela direção, apesar da passagem terminar em algumas grades baixas de metal.
“Essa escadas devem descer a algum lugar?”- questionou Jill.
Jill olhou para o rústico portão à frente e depois para os corpos dos cães mutantes. Ambos estavam perto do portão, sugerindo que o atirador tinha ido naquela direção.
Houve um súbito e barulhento som de água. Jill virou-se e correu pela passagem, esperando ver o que estava causando o barulho. Ela chegou no fim d passagem e se debruçou sobre a grade, então o som parou. Não tinha escada, a grade dava em uma pequena plataforma de elevador e em um grande e aberto pátio, seis metros abaixo.
O barulho vinha da direita. Jill olhou para o pátio a tempo de ver uma figura cruzar a cascata, desaparecendo atrás da cortina de água que saía da parede mais acima.
“Mas que droga!” – retrucou Jill.
Ela olhou para a pequena cachoeira piscando, incerta sobre o que havia visto. O barulho tinha parado assim que a pessoa sumiu, significando que a cascata escondia uma passagem secreta.
“Ótimo, é tudo o que esse lugar precisava!”- Jill insinuou.
Tirando sua arma, um perturbador pensamento lhe ocorreu.
“Se quem cruzou a cachoeira fosse um dos STARS, como o mesmo soube que a passagem estava lá?”
Boa pergunta!! Segurando sua arma firmente, Jill começou a perseguir a estranha figura...

Continua...

Catiego Mariano Antunes

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05 setembro, 2009

RESIDENTES DO MAL: Chris é atacado por uma cobra gigante

(Capítulo 25) últimos capítulos - Chris é atacado por uma cobra gigante

Chris andou mais enquanto procurava por movimento. No canto da longa sala estava um cercado, apontando a arma sobre ele enquanto dava uma olhada, coração batendo. Nenhuma cobra, mas tinha um irregular buraco perto do chão e um estranho odor. Franzindo, Chris começou a se afastar, e parou, se aproximando de novo. Havia um objeto de metal perto do buraco, como uma moeda do tamanho do buraco, como uma moeda do tamanho de um punho. Tinha algo entalhado na peça.
Chris deu a volta e entrou no cercado, de olho no buraco enquanto se agachava para pegar o objeto. Era um disco hexagonal de cobre com uma lua crescente gravada, um belo trabalho artesanal. De dentro do buraco, um suave som rastejante.
Chris pulou para trás, mirando. Ele recuou rapidamente até que seus ombros encostarem na parede do sótão, depois começou a andar e uma sombra cilíndrica saiu da abertura. Era tão grossa quanto um prato de comida, e golpeou a parede onde a perna direita de Chris estava, lascas de madeira voaram com o impacto.
“Droga!! Aquilo é uma cobra!!”
Chris correu enquanto o réptil gigante se aproximava, ainda saindo da parede. Rosnando, ela se ergueu como uma naja, pondo sua cabeça mais alta que Chris, mostrando afiados dentes.
Chris correu metade da sala e girou, atirando na cabeça da criatura gigante. Ela soltou um estranho choro assim que um tiro acertou um lado de sua boca, fazendo um buraco na esticada pele.
Ela voltou ao chão e rebelou-se, seguindo em direção à Chris. Cada movimento deslocando seu imenso corpo, pelo menos seis metros...
Chris atirou de novo e um pedaço escamoso saiu das costas dela, junto com sangue.
Com outro rosnado, o animal se ergueu na frente dele, sua cabeça a alguns centímetros da arma de Chris, sangue saindo do buraco em sua boca.
“Olhos!! Tenho que acertar os olhos!!!”
Chris apertou o gatilho e a cobra caiu sobre ele, empurrando-o contra a parede. A cauda batendo fortemente em um dos pilares, o bastante para racha-los, enquanto Chris tentava liberar seus braços, para ao menos machucar a cobra antes dele morrer, e o frio e pesado corpo subitamente froxou, caindo no chão.
“Chris!!” Rebecca correu para dentro e parou fria, olhando para o monstruoso réptil.
“Uau!!”
Chris encontrou o chão e com um tremendo empurrão, ele se soltou do corpo da cobra. Rebecca foi ajuda-lo, pavorosa!!....

Continua...

Catiego Mariano Antunes

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02 setembro, 2009

RESIDENTES DO MAL: Chris e Rebecca encontram membro da equipe dos Bravos Team morto na mansão da Umbrella


(Capítulo 24) últimas semanas
Chris e Rebecca encontram membro da equipe dos Bravos Team morto na mansão da Umbrella

“Richard!”
Rebecca imediatamente se agachou ao lado do Bravo, sentindo seu pescoço com uma mão trêmula mão. Chris olhou quieto para o corpo surrado, já sabendo que ela não acharia pulsação; a grande mordida no ombro direito de Richard Aiken já estava secando, sem sangue fresco na mutilada pele. Ele estava morto.
Ele viu a mão de Rebecca se afastar lentamente do pescoço do Bravo, e depois indo aos olhos para fechá-los. Os ombros dela encolheram. Chris ficou enjoado com a descoberta; o especialista em comunicação era positivo e gentil, e só tinha vinte três anos... Chris olhou em volta, procurando alguma pista sobre a morte de Richard. O corredor a qual entraram ficava no segundo andar e estava vazio, exceto por Richard.
Franzido, Chris deu alguns passos na direção da outra porta e se agachou. Tinha marcas de sangue do tamanho do calcanhar de uma bota, entre o corpo e a porta a uns 3 metros adiante. Ele olhou para a porta, pensativo, apertando sua arma.
“Seja lá o que tenha matado ele, está do outro lado, talvez esperando mais vítimas!”
“Chris, de uma olhada nisso!!” Rebecca ainda estava agachada. Chris se aproximou dela, incerto sobre o que olhar. O ferimento no ombro de Richard era irregular e confuso, carne descolorida por trauma. Estranho por não parecerem muito profundo.
“Vê aquelas marcas vermelho-escuras saindo dos cortes? E a forma com que o músculo foi perfurado aqui?
Ela apontou para dois buracos escuros separados por cerca de vinte centímetros.
Rebecca sentou nos calcanhares, olhando para Chris.
“Eu acho que ele foi envenenado. Parece uma mordida de cobra!”
Chris olhou para ela. “ Que cobra chega a esse tamanho??”
Ela balançou a cabeça, ficando em pé.
“Me pegou. Pode ter sido outra coisa. Mas não foi o ferimento que o matou, teria levado horas para sangrar . Eu acho que ele foi envenenado!”
Chris a olhou com um novo respeito.Ela tinha um bom olho para detalhes e estava se comportando muito bem, considerando a situação.
Ele vasculhou o corpo de Richard rapidamente, tirando um chip cheio euma rádio de ondas curtas. Ele deu ambos a Rebecca, pondo a arma vazia de Richard no cinto.
Ele olhou para a porta de novo e depois para ela.
“A coisa que o matou está lá!!”
“Então teremos que ser cuidadosos” –ela disse.
Sem outras palavras, ela andou para a porta e esperou por ele....

Continua...

Catiego Mariano Antunes

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29 agosto, 2009

RESIDENTES DO MAL: Jill encontra novas pistas do acidente químico na mansão Umbrella

(Capítulo 23) Últimas semanas

[Jill encontra novas pistas do acidente químico na mansão Umbrella]


Jill ouviu algo como vidro quebrando e ficou parada, escutando. A acústica da casa era estranha, os longos corredores e traçado incomum tornavam difícil de dizer de onde vinha o som. Ela suspirou, dando uma última olhada na calma sala de estar do segundo andar. Ela já tinha checado as outras três salas do segundo andar e não achou nada de interessante. Jill verificou o mapa de Trend novamente, localizando-se no segundo andar. Depois da outra porta da sala de estar, estava um corredor em U que fazia o caminho de volta para o segundo andar do hall principal. O corredor tinha outras duas portas, uma dava em outro corredor com outras salas e a outra porta dava em uma única sala...
Ela guardou o computador e tirou a arma antes de sair para o corredor. Não era fácil tentar descobrir o que aconteceu na mansão, e onde o resto do time estava, era bem complicado. O escritório era simples, uma mesa, uma estante, mas tinha um cabide com aventais ao lado da porta, e a maioria dos papéis jogados na mesa eram uma lista de números e letras. Ela sabia química o bastante para saber que estava olhando para equações químicas, então não se preocupou em lê-los mas achando os papéis, ela desconfiou que os zumbis foram resultado de um acidente.
A mansão era mantida bem demais para ter vindo de dinheiro privado, e o fato de ter mantido em segredo por tanto tempo merece uma olhada. Devia ter alguns meses de poeira em quase tudo, que coincide com os primeiros ataques em Raccoon. Se alguém na casa estivesse fazendo experiências e algo de errado aconteceu...
“Algo que tornou seres humanos em zumbis! Isso seria meio lógico.” pensou Jill.
Só que fazia mais sentindo do que qualquer outra coisa. Sobre o time; Barry estava agindo estranho, Chris e Wesker ainda estavam desaparecidos dentro da mansão, nada de novo aí.
“ E não haverá nada de novo se você não se mexer.”
Certo. Jill cortou os pensamentos e saiu para o corredor. Ela sentiu o cheiro de antes mesmo de ver o zumbi caído no chão. Ela mirou no corpo estendido e escutou uma porta fechando em algum lugar próximo.
“Barry??”
Ele tinha dito que estaria na outra asa da mansão, mas talvez ele achou algo e veio falar com ela... ou talvez se encontraria finalmente com alguém do time.
Sorrindo, ela correu pelo corredor, ansiosa para ver outro rosto familiar. Ao se aproximar da curva, uma onda de decadência passou por ela e, a criatura caída agarrou sua bota com uma incrível força.
Assustada, Jill abriu os braços para se equilibrar, gritando enquanto o zumbi aproximava sua boca da bota dela. Seus descascados e esqueléticos dedos arranharam o grosso couro, procurando um apoio firme e Jill, instintivamente o outro pé na cabeça do zumbi. Ele permaneceu agarrado ao pé dela, obviamente por dor.
O segundo e terceiro chute acertou o pescoço dele e no quarto, foi ouvido um “snap” de vértebras quebrando, esmagadas sobre o calcanhar dela. As pálidas mãos dele tremeram, e com um suspiro, o zumbi assentou-se no antiquado carpete.
Jill passou pelo corpo e fez uma curva. Ela estava convicta de que as criaturas eram vítimas , bem como todos que haviam morrido pelo acidente na Umbrella....

Continua...

Catiego Mariano Antunes

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26 agosto, 2009

RESIDENTES DO MAL: Jill é encontrada por Barry e saem à procura da equipe


(Capítulo 22) Jill é encontrada por Barry e saem à procura da equipe

Barry e Jill estavam de frente para a fechadura quebra-cabeça, respirando o limpo ar noturno. Do lado de fora, os grilos cantavam suas músicas.
Depois do tremendo susto, Jill foi levada por Barry até a passagem coberta, sugerindo que o ar fresco a faria bem. Jill estava apoiada na parede, respirando profundamente, enquanto Barry contava sua passagem pela mansão.
“E quando eu ouvi os tiros, eu vim correndo”. Ele sorriu para ela.
“Você teve sorte! Mais alguns segundos e você teria virado sanduíche de Jill.”
Jill sorriu também, mas percebeu um humor forçado nele. Estranho. Ela não pensava em Barry se apavorando no perigo.
“Será? Nós estamos presos aqui, não conseguimos achar o resto do time e essa casa pode acabar nos matando.”
“Espero poder retornar o favor algum dia”. Ela disse suavemente.
“É série. Você salvou minha vida!”
Barry desviou o olhar, corando um pouco. “Foi um prazer ajudar!” Ele disse bruscamente. “Seja mais cuidadosa! Esse lugar é muito perigoso!”
Jill acenou. Ela esteve muito perto da morte, mais precisavam encontrar Chris e Wesker.
“Então você acha mesmo que eles estão vivos?”
“Acho que sim. Além disso, há um monte de zumbis mortos na outra asa da mansão, todos com tiros certeiros na cabeça; deve ser Chris, apesar de eu ter matado mais alguns escada acima!”
Barry olhou para o diagrama na parede. “Essa estrela já estava aí?”
Jill franziu, surpresa pela repentina mudança de assunto; Chris era um dos amigos mais próximos de Barry.
“Não. Eu a achei em outra sala com uma armadilha. Esse lugar está cheio delas. De fato poderíamos procurar Wescker e Chris juntos!”
Barry balançou a cabeça. “Eu não sei, tem um monte de salas e nossa prioridade é achar uma saída. Se nos separarmos, nós podemos achar o resto das peças, e procurar Chris ao mesmo tempo, e Wesker também!”
Jill teve a impressão de que ele não se sentia confortável. Ele se virou para estudar o diagrama, mas parecendo querer evitar contato visual.
“Além disso, nós sabemos o que fazer agora!” disse Barry.
“Barry você está bem? Você parece cansado?” Jill perguntou.
Ele suspirou, finalmente olhando para ela. Ele parecia cansado; olheiras e ombros encolhidos.
“Não, eu estou bem, só preocupado com o Chris, sabe?”
Jill acenou com a cabeça, mas não acreditava que era só isso. Desde que ele a salvou, ele tem agido tensamente. Ela sabia que podia estar se precipitando, mas mesmo assim decidiu calar-se.
Jill riu internamente enquanto se desencostava da parede. Os dois voltaram para a mansão andando. Ela suspirou mais um pouco antes de entrar. Barry empunhou sua arma e a carregou.
“Acho que vou voltar para a asa oeste da mansão, ver se pego o rastro de Chris.” Disse Barry.
“Você quer subir e procurar as outras peças? Assim poderemos cobrir todas as salas e depois voltar para o hall principal”.
Os dois seguiram em sua missão...

Continua...

Catiego Mariano Antunes

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22 agosto, 2009

RESIDENTES DO MAL: Chris procura proteção à Rebecca


(Capítulo 21) Chris procura proteção à Rebecca

Assim que passaram pelo relógio de pêndulo, algo pequeno e duro quebrou sob os pés de Chris. Ele se abaixou e ergueu um pedaço de gesso cinza-escuro. Haviam outros três por perto.
“Você viu isso da última vez?” Ele perguntou.
Rebecca balançou a cabeça, e Chris se agachou, procurando mais deles. Do outro lado da mesa estava uma pilha de fragmentos. Eles deram a volta na longa mesa, parando em frente ao monte de destroços. Chris cutucou os pedaços com a ponta dos pés. Pelos ângulos e formas, aquilo deveria ter sido uma estátua.
“Mas agora é lixo”!
“É importante?” Rebecca perguntou.
“Talvez sim, talvez não. Vale uma olhada. Numa situação como esta, nós nunca sabemos o que pode ser uma pista”. O tic-tac do relógio os seguiu até a porta do corredor. Chris tirou a chave do bolso enquanto seguiam à direita, e pararam. A porta no fim do corredor estava fechada; da última vez, ela no hall principal, reafirmando o sentimento de Chris que coisas secretas estavam acontecendo em volta deles. O zumbi atrás deles estava na mesma direção, olhando cegamente para o teto. Chris deu a chave a ela para poder vigiar o corredor. A porta foi destrancada, e Rebecca gentilmente a abriu. Chris sentiu que a sala estava segura enquanto acenava para Rebecca entrar. Era um piano bar. O grande piano ficava na frente de uma bancada embutida, completa com banquetas ao seu redor. Mas era a suave iluminação ou as calmas cores que davam um ar de tranqüilidade. Chris decidiu que era o melhor lugar que já encontrou até agora.
“Talvez um bom lugar para Rebecca ficar enquanto eu procuro pelos outros...”
Rebecca se encostou no empoeirado piano enquanto Chris olhava melhor a sala. Havia algumas plantas, uma pequena mesa, e uma prateleira do outro lado mais ao fundo. Só tinha a porta a qual eles entraram. O lugar ideal para Rebecca se esconder.
Ele se aproximou de Rebecca escolhendo as palavras certas; ele não queria assusta-la deixando-a para trás. Ela sorriu para ele, parecendo mais jovem do que já era, uma criança...
... uma criança que se formou em menos tempo do que você para tirar a licença de pilto; não a ajude, ela é provavelmente mais esperta que você.
“Como você se sentiria ficando aqui enquanto eu dou uma olhada na casa?”
“Faz sentido”. Ela disse. “Eu não tenho arma, de se você tiver problemas eu só vou te atrapalhar...” Ela sorriu mais e adicinou. “Mas se você for pego por um teorema matemático, não venha chorar no meu ombro.”
Chris riu, tanto pelo defeito quanto pela piada; ela não era de se subestimar. Ele foi para a porta, parando ao tocar a maçaneta.
“Eu voltarei o mais breve possível. Tranque a porta e não fique andando por aí, ta bom?” Ela concordou e ele saiu da sala. Ele esperou a porta ser trancada e empunhou sua arma, seu sorriso desaparecendo assim que que voltava pelo corredor. O cheiro piorava assim que se aproximava do zumbi morto, passando por ele para ver se o corredor continuava e parou olhando para o segundo corpo depois da curva, decapitado e coberto de sangue. Chris reconheceu suas feições como sendo de Kenneth J. Sullivan e, sentiu raiva e determinação ao ver o Bravo morto.
Ele finalmente virou e voltou para o hall principal. Ele checaria cada porta que os outros poderiam ter usado, e matar todos os zumbis que cruzarem seu caminho...

Continua...

Catiego Mariano Antunes

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19 agosto, 2009

RESIDENTES DO MAL: Chris e Rebecca fogem de ataques dos zumbis assassinos


(Capítulo 20) Chris e Rebecca fogem de ataques dos zumbis assassinos

Chris virou para a porta e atirou duas vezes. A madeira estilhaçou tal como o quadrado de metal. Puxando a maçaneta, a porta se abriu.
Ele agarrou o braço de Rebecca, apontando para o zumbi. Fazendo meio caminho, ele parou corpo caído. Chris observava, o zumbi se pôs de joelhos e enterrou sua mão no crânio do outro. Ele gemeu de novo, um úmido e frio som, e levou um punhado de massa cinzenta a boca.
Chris voltou para Rebecca, fechando a porta. Ele examinou o corredor, notando as diferenças. Á sua direita, a uns seis metros estava o corpo de um zumbi, sua cabeça arrebentada. Estava de papo para o ar, ensangüentado. À esquerda, estavam as duas portas que Chris não tinha tentado. A que ficava no final do corredor estava aberta, revelando escuridão.
“Siga-me!” Ele disse, e foi até a porta aberta, segurando sua arma. Ele queria voltar para o hall principal com Rebecca, mas o fato de alguém do time ter passado por ali, merecia uma olhada. Ao passarem pela porta fechada à direita, Rebecca hesitou.
“Tem o desenho de uma espada na fechadura”. Ele manteve sua atenção na porta, mas percebeu que haviam muitas maneiras de se perder por lá. Ele não achava que o resto do time ainda esperava por ele, mas suas ordens eram de voltar para o hall principal e relatar; ele não devia levar um recruta desarmada para um território desconhecido sem ao menos checá-lo. Chris suspirou, abaixando a arma.
“Vamos voltar para o hall principal. Nós podemos voltar aqui mais tarde!”
Rebecca concordou e juntos eles voltaram para a sala de jantar, Chris esperando ter alguém lá para encontrá-los.
Chris caminhou pelo tapete em frente ao hall principal, Rebecca ao lado do corrimão; não tinha ninguém lá.
De algum lugar da mansão ouve-se um pesado som. Eles levantaram a cabeça escutando, mas era só. Não dava para saber de onde veio.
“Bom isso nos leva ao plano B”! Chris disse.
“Qual é o plano B??” Rebecca questionou.
Chris suspirou. “Sei lá. Mas podemos começar checando a sala com a chave da espada. Talvez possamos achar mais informações enquanto o time não aparece, um mapa ou algo mais”.
Rebecca concordou e eles voltaram pela sala de jantar, Chris na frente. Ele não queria expo-la ao perigo, mas não queria deixa-la sozinha, pelo menos no hall principal, não parecia seguro lá...

Continua...

Catiego Mariano Antunes

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16 agosto, 2009

RESIDENTES DO MAL: Chris e Rebecca comentam sobre o vazamento de um vírus em Raccoon City


(Capítulo 19) Chris e Rebecca comentam sobre o vazamento de um vírus em Raccoon City

“Rebecca? Me deixe entrar, é o Chris”.
Algo pesado foi arrastado contra a parede e a porta abriu. Chris entrou já tirando o diário do colete. “Eu achei esse diário num dos quartos, parece que houve algum tipo de pesquisa aqui, não sei qual mas...”
“Virologia!!” Rebecca interrompeu, erguendo alguns papéis, sorrindo.
“Você estava certo sobre ter algo de útil aqui”.
Chris pegou os papéis e deu uma olhada. Para ele aquilo era uma língua estrangeira feita de números e letras.
“O que é isso tudo?? DH5a-MCR....”??
“Você está olhando um mapa de descendência” disse Rebecca.
“Aquele é o de um hospedeiro por criação genômica contendo citosina metilada, ou resíduo de adenina, dependendo”.
Chris levantou a sombrancelha.
“Vamos fingir que eu não faço a mínima idéia do que você está falando e tente de novo. O que você achou?”
]Rebecca corou levemente e pegou os papéis de volta.
“Desculpe, há um monte de..Hum!!.. coisas aqui sobre infecção viral!”
“Isso eu entendo! Um vírus!” Ele folheou o diário, contendo a data do primeiro relato do acidente no laboratório.
“Em onze de maio houve algum tipo de vazamento num laboratório desse lugar. Em oito ou nove dias, a pessoa que escreveu isso de transformou numa daquelas criaturas lá fora.”
Rebecca arregalou os olhos. “Diz quando os primeiros sintomas apareceram?”
“Parece que sim... em 24 horas, ele ou ela estava reclamando de coceira na pele. Inchaços e bolhas em 48 horas”.
Rebecca empalideceu. “Isso é...wow!”
Chris acenou. “É exatamente. Tem jeito de dizer se ainda pode infectar?”
“Não sem mais informações. Tudo aquilo.”
Rebecca apontou para o bú cheio de papéis. “É bem velho, uns dez anos, e não há nada específico sobre aplicação. Um aerotransmissivel com esse tipo de velocidade e toxidade... se ainda fosse viável, toda Raccoon já estaria infectada. Não tenho certeza, mas duvido que ainda é contagioso.”
Chris se aliviou. “Nós temos que achar os outros. Se algum deles passar pelo laboratório sem saber o que tem lá...”
Rebecca parecia chocada com o pensamento, mas acenou corajosamente e foi para a porta. Eles correram até a porta que dava no corredor verde-água. Chris verificou a arma e virou para Rebecca.
“Fique perto! A porta que queremos é para a direita no fim do corredor. Vou ter que atirar na fechadura, tenho certeza de que há um ou dois zumbis por lá, e você vai ter que vigiar”!
“Sim senhor!! Ela disse, Chris sorriu.
Ele abriu a porta e a cruzou, apontando a arma para as sombras à frente e depois para a direita. Nada se moveu.
“Vamos! Ele cochichou, e eles correram, pulando um morto no meio do caminho. Rebecca passou a proteger a retaguarda enquanto Chris girava a maçaneta. Ainda trancada.
Ele se afastou e mirou cuidadosamente e atirou sob a maçaneta.
“Chris!” Rebecca gritou. Ele olhou sobre o ombro e viu uma figura no fim do corredor, andando ao encontro deles. Chris pode ver que a criatura estava sem um braço.....

Continua...

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12 agosto, 2009

RESIDENTES DO MAL: Jill é atacada por corvos sedentos de sangue


(Capítulo 18) Jill é atacada por corvos sedentos de sangue

CAW!
Jill apontou a arma na direção do som, o triste grito ecoando por todo o lugar enquanto a porta se fechava. Aí ela viu a origem do barulho e relaxou, sorrindo.
“Mas que diabos vocês estão fazendo aqui??”
Ela ainda estava na parte de trás da casa, e decidiu, checar as poucas salas antes de voltar para o hall principal. A primeira porta que ela tentou estava trancada, a entalhação de um capacete na fechadura. Seus lockpicks foram inúteis. Então ela foi ver a porta do outro lado, que abriu facilmente. Ela entrou preparada para tudo, só não esperava ver um monte de corvos, espalhados numa barra de suporte ao longo da sala.
Os pássaros negros soltaram outro de seus irritantes gritos, e Jill tremeu. Haviam dúzias deles, batendo as asas enquanto ela procurava ameaças na sala.
A sala em forma de U a qual entrou fria com o resto da casa, e não tinha móveis. Era uma galeria, nada além de retratos e pinturas alinhadas na parede central. Penas escuras espalhadas pelo vasto chão de madeira. Jill imaginou como eles entraram lá e a quanto tempo. Suas aparências eram estranhas; eles pareciam maiores que do que o normal, e a estudavam com um olhar quase sobrenatural.
Jill tremeu de novo, voltando para a porta. Não tinha nada de importante lá. Reparando nos retratos, ela percebeu que haviam botões sob as molduras, ela presumiu serem os interruptores das luzes, apesar de não entender por que alguém se incomodaria em fazer tal galeria para tão medíocre arte. Um bebê, um jovem homem...as pinturas eram horríveis, mas não exatamente inspiradas.
Ao tocar a fria maçaneta, ela franziu. Havia um pequeno painel ao nível do olho à direita da porta rotulado “luzes”. Ela apertou um dos botões e uma única luz se apagou. Os pássaros desaprovaram, batendo as asas, e Jill ligou novamente, pensando.
“Se esses botões são das luzes, para que aqueles controles debaixo dos quadros?”
A sala era mais do que ela pensava. Jill foi para a primeira pintura em frente a porta, uma grande quadro com anjos voando e nuvens iluminadas pelos raios do sol. O título era, “ Do berço ao túmulo”. Não tinha botão sob ele e Jill foi para o próximo. Era o retrato de um homem de meia idade de vida ao lado de uma elaborada lareira. Tinha um simples botão on/off sob a moldura, sem nome. Jill o pôs da esquerda para a direita e ouviu um som elétrico, e atrás dele os corvos explodiram numa gritaria. Tudo o que ela ouviu foram os gritos e o bater de asas enquanto pulavam em cima dela.
Jill correu, a porta parecendo estar a um milhão de quilômetros de distância, seu coração pulando. O primeiro pássaro a alcançou enquanto tocava a maçaneta, seu bico encontrando a macia pele da parte de trás do pescoço dela. Houve uma aguda dor atrás de sua orelha direita e Jill bateu nas agitadas asas que esfregavam suas bochechas, gritando enquanto furiosos berros a envolviam.
Ela se debateu e o corvo a soltou, indo embora.
“São muitos! FORA!FORA!FORA!.....

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08 agosto, 2009

RESIDENTES DO MAL: Os segredos de Wesker

(Capítulo 17) Os segredos de Wesker

Depois que Jill e Barry se separam, Wesker ficou agachado no andar de cima do hall principal, pensando. Ele sabia que aquela hora era importante, mas ele queria criar algumas possíveis situações antes de agir; ele já cometeu erros e não queria que acontecesse de novo. Os Alphas era um grupo brilhante. Ele recebeu as ordens alguns dias atrás, mas não esperava pô-las em prática tão cedo; a queda do helicóptero do Bravo foi uma casualidade, tal como a covardia de Brad. Mesmo assim ele deveria estar mais preparado. Ser pego de surpresa foi tão...não profissional.
Suspirando, ele colocou os pensamentos de lado. Ele não esperava terminar aqui, mas foi o que aconteceu, e se julgar por falta de previsão não mudaria nada. Além disso, havia muito o que fazer. Ele conhecia bem o subterrâneo da mansão, só que ficava muito pouco dentro dela. Já os laboratórios ele conhecia com a palma de sua mão. A mansão era um labirinto, projetado por um engenhoso arquiteto no começo da loucura. Spencer era estranho, ele instalou tudo quanto é tipo de pequenos mecanismos na casa, do tipo que se vê em bobos filmes de espionagem dos anos 60... mecanismos que tornarão esse trabalho duas vezes mais difícil, chaves escondidas, túneis secretos- é como se eu estivesse preso num desses filmes, com direito a cientistas malucos e um relógio de pêndulo...
Seu plano original era levar ambos os times para a mansão, e limpar a área antes de desce para os laboratórios e preparar as coisas. Ele tinha as chaves mestras e códigos, claro. Elas foram enviadas juntas com as ordens, e abririam todas as portas da casa. O problema era, não havia chave para a porta que dava para o jardim, a fechadura era um quebra-cabeça- e era o único meio de ir para o laboratório, exceto andar pela floresta.
“Coisa que não vai acontecer. Os cachorros pulariam em mim antes que eu pudesse dar dois passos. E se os 212 escaparam...”
Wesker tremeu, lembrando do acidente com o guarda recruta, que chegou muito perto das jaulas, cerca de um ano atrás. O cara foi morto antes de pedir socorro. Wesker não tinha intenção de contornar a casa sem a cobertura de um exército. O último contato com o lugar foi há seis semanas. O doutor havia trancado a mansão, escondendo as quatro peças do quebra-cabeças para manter os contaminados longe da casa. Até então, eles estavam infectados e sofrendo de algum tipo de paranóia de desejo; um dos mais fascinantes efeitos colaterais do vírus. Só Deus sabe o que aconteceu lá embaixo enquanto eles vagarosamente perdiam suas mentes...
Dees não foi exceção, apesar de ter agüentado mais do que os outros; algo a ver com seu metabolismo individual, Wesker foi informado. A companhia já tinha decidido destruir tudo, apesar do cientista ter sido assegurado de que a ajuda estava a caminho. O pessoal não arriscaria mais contaminações. Eles cruzaram os braços por quase dois meses enquanto Raccoon sofria as conseqüências, enquanto o vírus perdia sua força- aí mandaram Wesker para arrumar a bagunça, que agora já era considerável... o caos já estava instalado!....

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Catiego Mariano Antunes

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05 agosto, 2009

RESIDENTES DO MAL: Jill é atacada pelos cães assassinos dentro da mansão da Umbrella

(Capítulo 16) Jill é atacada pelos cães assassinos dentro da mansão da Umbrella

A fechadura foi moleza. Jill poderia te-la aberto com clips de papel. De acordo com o mapa, a porta dava num longo corredor...
Com certeza. Ela deu uma olhada na tela e o colocou no bolso, pensando. Parecia que tinha uma porta no fim dele e depois num monte de salas.
Ela entrou de Beretta completamente carregada na mão. O corredor era tão espetacular. As pequenas estantes que estavam encostadas na parede interna, apesar...
Haviam três delas, cada uma com uma lâmpada, cada uma exibindo uma série de limpos ossos humanos em prateleiras. Jill desceu o corredor, passando brevemente por cada espetáculo bizarro. Crânios, ossos do braço, pernas, mãos e pés. Haviam, ao menos, três esqueletos humanos. Entre os ossos estavam retorcidos pedaços de carne...
Jill pegou um deles e soltou rapidamente, esfregando os dedos na calça. Ela não estava certa mas parecia pele humana, dura e meio oleosa. “CRASH...!”
A janela atrás dela explodiu para dentro do corredor, uma nervosa forma invadindo o corredor, rosnando e rangendo os dentes. Era um dos cães assassinos, indo para ela , tão perigoso quanto os cacos de vidros que ainda caíam do vitrô estilhaçado.
Entr duas estantes, Jill atirou, errando, a bala despedaçando a madeira aos pés enquanto o cachorro pulava nela.
Ele a acertou na coxa, golpeando dolorosamente contra a parede.
O cheiro de carne podre tomou conta dela, e ela atirou de novo e de novo, sem estar ciente de que gritava de medo.
A quinta bala acertou diretamente o peito da abominação. Com um final e lamentável uivo a criatura foi para o chão, sangue manchando o carpete claro.
Jill manteve a arma apontada para a imóvel criatura, respirando profundamente.
De repente, os membros do animal se debateram, seus dentes mordendo um pequeno desenho do chão ensangüentando antes de ficar imóvel novamente. Jill relaxou, reconhecendo o movimento como a contração muscular de um morto.
Ela tirou o cabelo dos olhos e se abaixou, vendo os estranhos e expostos músculos e dentes. Estava muito escuro quando eles correram para a mansão, não reparando na coisa que matou Joseph, mas sob a luz do corredor, sua impressão inicial não mudou; era um cachorro podre e sem pele!
Ela se levantou e se afastou, olhando as janelas que obviamente não ofereciam proteção para os riscos do lado de fora da mansão. O corredor virava a esquerda e ela correu, mesmo machucada.....
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Catiego Mariano Antunes

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01 agosto, 2009

RESIDENTES DO MAL: Jill começa a juntar o “quebra-cabeça” dos assassinatos


(Capítulo 15) Jill começa a juntar o “quebra-cabeça” dos assassinatos.

Jill foi para a porta dupla a qual Wesker tinha tentado abrir. Barry voltou para a sala de jantar. Ela ouviu a porta abrir e fechar, ficando sozinha.
A porta dupla azul foi facilmente aberta, revelando uma pequena, escura e azulada sala. Luzes iluminavam os quadros na parede, e no centro da sala, uma grande estátua de uma mulher segurando um vaso no ombro. Jill fechou a porta e se ajustou a escuridão, notando duas portas no lado oposto da sala. A da esquerda estava aberta, apesar de uma arca estar bloqueando a passagem. Wesker não deve ter ido por lá...
Ela foi para a direita e tentou abri-lá. Trancada. Suspirando, ela colocou a mão no bolso mas hesitou, sentindo o leitor de mini-disco.
“Vamos ver o que o Sr. Trent acha que é tão importante”...
Ela o puxou e o estudou, depois apertou um botão. A tela do tamanho de um cartão de crédito se ligou. Mais alguns toques, e pequenas linhas escritas apareceram. Ela reconheceu nomes e datas de jornais locais. Trend compilou todos os artigos que pode encontrar os assassinatos e desaparecimentos em Raccoon, e algo sobre os STARS.
“Nada novo aqui...” Jill foi passando, imaginando qual seria o ponto. Depois dos artigos estava uma lista de nomes:
WILLIAN BIRKIN, STEVEN KELLER, MICHAEL DEES, BILL RABITSON, HENRY SARTON
Ela franziu. Nenhum era familiar, exceto BILL RABITSON, não era o amigo de Chris, aquele que trabalhou para a Umbrella? Não estava certa, ela tinha que perguntar a Chris...
“...se é que o acharemos, chega de perder tempo.” Ela precisava achar os outros STARS. Ela apertou o botão de continuar para chegar ao fim das informações, e um desenho apareceu, pequenas linhas padronizadas.
Tinham quadrados, retângulos, conectados por linhas. Abaixo havia outra linha, uma mensagem tão enigmática quanto poderia esperar de Trent:
CHAVES DO CAVALEIRO; OLHOS DO TIGRE; QUATRO PEÇAS( PORTÃO DE UMA NOVA VIDA); LESTE- ÁGUIA/ OESTE-LOBO.
“Nossa que esclarecedor. Isso torna tudo mais claro, não é? O desenho era algum tipo de mapa, ela decidiu.”
Parecia ser uma planta. A área maior estava no centro, uma menor estendendo-se para a esquerda... De repente, Jill sentiu seu coração pular uma batida. Ela olhou para a tela e imaginou como Trend ficou sabendo. Era o primeiro piso da mansão. Ela apertou o botão de continuar e viu que só poderia ser o segundo andar. Não havia mais dúvidas de que a mansão da Umbrella era a responsável pela onda de terror de Raccoon City- significando que as respostas estavam lá, esperando serem descobertas.....

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Catiego Mariano Antunes

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29 julho, 2009

RESIDENTES DO MAL: O plano de Barry e Jill


(Capítulo 14) O plano de Barry e Jill.

“Wesker”! Barry gritou. “Capitão Wesker”!
Ele correu para o fundo da sala. “Não saia da sala!”. Disse para Jill.
Ela foi para as escadas, sentindo-se tonta. Primeiro Chris, agora capitão. Não se passaram cinco minutos disse que esperaria. Por que ele sumiu? Ela procurou por sinais de luta, cartuchos de balas, marcas de sangue- mas não havia nada que mostrasse o que poderia ter acontecido.
Barry passou debaixo da escada e apareceu do outro lado, balançando a cabeça.
“ Você acha que Wesker se deparou com uma daquelas coisas?” Jill perguntou.
“ Eu não acho que ele despareceu. Se ele estivesse com problemas, nós teríamos ouvido os tiros”.
“ Não necessariamente, ele pode ter sido emboscado, raptado...”
Eles pararam por um momento, pensando. Jill ainda estava chocada por causa do encontro com o morto vivo.
A vida inteira lendo livros sobre serial killers, e um zumbi ainda é difícil de aceitar?
Não era, e nem os cachorros cuidando da casa. Não havia dúvidas de que tudo isso existia. Mas por que? A mansão tinha alguma coisa a ver com os assassinatos?
Jill tirou quase que violentamente esse pensamento da cabeça.
“Nós damos uma olhada ou esperamos”? Ela disse finalmente.
“Damos uma olhada. Ken fez isso. O resto dos Bravos devem estar por aí. É fácil demais se perder aqui. Chris...
Chris e Wesker se perderam, mas nós os acharemos. É preciso mais do que alguns cadáveres para causa-los problemas”.
Ele colocou a mão no bolso e tirou algo embalado num lenço, entregando-o a Jill.
Ela sentiu os finos metais e os reconheceu instantaneamente.
“É o kit que você me deu para treinar no último mês.” Ele disse. “Acho que você terá mais sorte com eles”.
Ela acenou, colocando os lockpicks em seu bolso.
“O computador de Trent!” Ela tinha se esquecido do estranho encontro devido aos últimos acontecimentos . Ela abriu a boca para contar para Barry, mas lembrou do conselho de Trent.
“Eu não mencionaria esta conversa para ninguém. Que se dane!” Ela quase falou para Chris...
“E onde está Chris agora? E se as terríveis conseqüências de Trent já não aconteceram?”
Jill decidiu ficar de boca fechada até ver o que tinha no computador.
“Eu acho que devemos nos separar.” Barry continuou. “ Eu sei que é perigoso, mas tem muita coisa para ver.
Achando alguém, nos encontramos aqui, use esta sala como base. Você concorda, Jill? Nós podemos ir juntos...”
“Não você está certo”. Ela disse.
“Eu fico com a asa leste”!
“Ta bom . Eu vou voltar e ver se consigo abrir uma daquelas portas. Fique de olho em alguma saída dos fundos, guarde munição.. e tome cuidado!!”
“Você também!
Barry sorriu, com sua arma na mão. “Eu ficarei bem....”

Continua...

Por Catiego Antunes

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26 julho, 2009

RESIDENTES DO MAL: Kenneth J Sullivan é encontrado na mansão da Umbella


(Capítulo 13) Kenneth J Sullivan é encontrado na mansão da Umbella

Jill deu um alto grito de surpresa e Barry se virou, o estranho cheiro se tornando intenso. Jill estava recuando da curva do fim do corredor, sua arma apontada para algo que Barry não podia ver.
“Pare”! A voz dela alta e instável, suas expressões aterrorizadas.
Ela atirou uma, duas vezes, ainda recuando na direção de Barry. Ele ergueu sua “colt” enquanto ela saia do caminho, enquanto um homem alto aparecia. Os braços do homem estavam esticados como os de um sonâmbulo.
Barry viu o rosto da criatura e não hesitou. Ele atirou. Uma bala. Arrebentando o alto da pálida cabeça em uma explosão, sangue escorrendo por suas estranhas e horríveis feições.
E a coisa caiu para trás, aos pés de Jill. Barry correu para o lado dela, abalado.
“O que”! Ele disse, então viu o que estava no carpete, na frente deles, estendido na pequena saleta que dava fim ao corredor. Por um momento, Barry pensou que fosse Chris, até ver a insígnia do STARS. Bravo no colete, tentando reconhecer o corpo. O Bravo tinha sido decapitado, a cabeça a uns trinta centímetros do corpo, o resto completamente coberto por ferimentos.
“Oh, Deus, é o Ken.!”
Kenneth J. Sullivan, um dos melhores no campo de escuta que Barry já conheceu, e um baita cara legal. Havia um profundo ferimento no peito dele, pedaços de carne parcialmente comida e intestinos em volta do buraco ensangüentado.
Sua mão esquerda não estava lá, e não havia arma por perto; deve ter sido arma dele que Joseph achou lá fora...
Barry desviou o olhar, enjoado. Ken fez muitos em química. Ele tinha um filho adolescente que morava com sua “ex” na Califórnia. Barry pensou em sua filhas em casa, Moira e Poly. Ele não estava com medo de morrer, mas só de pensar nelas crescendo sem um pai.
Jill se agachou perto do corpo destruído, vasculhando os bolsos dele. Ela olhou apologeticamente para Barry que deu um aceno, concordando. Eles precisavam de munição; Ken certamente não!
Ela achou clips de 9 mm e os colocou em seu bolso. Barry se virou e olhou para o agressor de Ken. Ele não tinha dúvidas de que estava olhando para um dos assassinos canibais que tem caçado em Raccoon City.
O homem tinha uma crosta em volta da sua boca e carne em suas unhas, sua camisa esfarrapada dura com sangue seco. O estranho era o quanto morto ele parecia! Era a face da morte!
“ Nós devemos relatar isso para o Wesker”. Jill disse , e Barry concordou. Se esse é o esconderijo dos assassinos, eles precisarão de um plano de ataque!

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Catiego Mariano Antunes

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22 julho, 2009

RESIDENTES DO MAL: Decifrando os mistérios da mansão da Companhia Umbrella

(Capítulo 12) Decifrando os mistérios da mansão da Companhia Umbrella

Os ataques canibais em Raccoon, todos eles próximo à floresta. Ele viu muitos filmes tarde na noite para saber o que era aquilo, mas não conseguia acreditar.
“Zumbis”?
Não, nem pensar, aquilo é ficção- deve ser algum tipo de doença, imitando os sintomas. Ele tinha que contar aos outros. Ele virou e agarrou a maçaneta, mas ela não iria abrir, deve ter se trancado quando ele a empurrou. Atrás dele, um movimento. Chris girou, olhos arregalados enquanto a criatura se erguia do chão, avançando sobre ele, em silêncio. Chris o viu babar, e a visão de um pegajoso riacho vermelho empoçando no chão de madeira, o pôs em ação.
Ele atirou de novo, dois tiros na apodrecida face da criatura. Escuros buracos apareciam na cabeça dela, sangue escorrendo pela boca. Com um pesado suspiro, ela foi ao chão, espalhando um lago vermelho.
Chris não queria ficar mais ali com o corpo. Deu um último e inútil na porta e passou com cuidado pelo morto, descendo o corredor. Ele girou o trinco de uma à esquerda, mas estava trancada. Tinha uma pequena marcação na fechadura, o que parecia ser uma espada; gravando essa informação, ele continuou andando, segurando sua arma bem forte. Mais adiante, havia uma passagem com uma única porta, mas ele a ignorou, querendo achar um modo de voltar ao hall principal.
Tinha outra porta no final do corredor, à esquerda, onde ele virava. Chris foi na direção dela, o cheiro de podridão da criatura, do Zumbi.
Ao tocar a maçaneta da porta ele ouviu um suave e faminto gemido, sabendo que só tinha duas balas no clip. Nas sombras à sua direita, movimento.
Chris abriu a porta e entrou, caindo direto nos braços de outra criatura que lá esperava, seus descascados dedos o agarrando enquanto investia em sua garganta.
Três tiros. Segundo depois, outros dois, os sons distantes mas distintos.
“Chris!”
“Jill, por que você não!”. Wesker começou, mas foi interrompido por Barry.
“Eu também vou”. Ele disse, já indo para a porta a qual Chris passou. Chris não gastaria tantos tiros assim a não ser que tivesse... ele precisava de ajuda.
“Vá. Eu esperarei aqui!” Wesker concordou.
Barry abriu a porta, Jill logo atrás. Eles entraram numa enorme sala de jantar, não tão grande quanto o hall principal, mas era comprida. Passando por um relógio de pêndulo eles foram para uma porta mais ao fundo.
Jill a alcançou primeiro, tocando a fechadura e olhando para ele. Barry acenou e ela abriu, indo abaixada para a esquerda.
Barry foi para o outro lado, ambos num corredor vazio.
“Chris”?? Jill o chamou quietamente, mas não houve respostas. Barry sentiu um cheiro estranho.... um cheiro de perigo no ar!!

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Catiego Mariano Antunes

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18 julho, 2009

RESIDENTES DO MAL: Os segredos da mansão da Umbrella


(Capítulo 11): Os segredos da mansão da Umbrella

Chris entrou na sala, vendo a suntuosa elegância do lugar . Ele estava sozinho; quem quer que tenha feito o barulho, não estava lá.
O formal tic-tac de um grande e antigo relógio de pêndulo era ouvido, ecoando pelas lajotas pretas e brancas. Era uma sala de jantar, do tipo que ele só via em filmes de gente rica. Como a anterior, esta sala tinha um pé direito bem alto e um parapeito de segundo andar. Também era decorada com caras obras de arte e uma lareira embutida no final dela, adornada com um brasão e espadas cruzadas sobre um manto. Não parecia ter como ir para o andar de cima, mas havia uma porta fechada à direita da sala, mais ao fundo, ao lado da lareira...
Chris abaixou a arma e foi para a porta. A sala de jantar tinha ornamentos em madeira vermelha polida e quadros nas paredes cor-de-creme, que circundavam uma longa mesa de madeira.
Ele alcançou a porta e girou a maçaneta, tentando ouvir algum som do outro lado.
A porta dava no meio de um estreito corredor. Chris olhou em ambas as direções rapidamente. À direita, uns dez metros de corredor, duas portas de um lado e outra no final.
Tinha um vago odor no ar, algo desagradável, algo familiar.
Num verão quando ele era criança, a corrente de sua bicicleta saiu num passeio com os amigos. Ele parou a uns quinze centímetros dos restos de que algum dia foi uma marmota. O tempo e o calor criaram o pior dos odores. Para completar, ele vomitou todo o seu almoço. Ele ainda se lembrava do cheiro, o mesmo cheiro que habitava o corredor.
_ Fummp.
Um suave e confuso ruído veio de trás da primeira porta à direita do corredor, na parede esquerda, como uma deslizando na parede. Tinha alguém do outro lado.
Chris foi até lá. Chegando mais perto, o som parou, ele pode ver que a porta estava meio aberta. Ele abriu, saindo num corredor decorado com um papel de parede verde-água. Um homem estava de pé a uns seis metros de costas. Ele virou-se vagarosamente, o cuidadoso arrastar de pés de um bêbado ou de um ferido, e o cheiro que Chris percebeu antes, vinha dele. Suas roupas estavam rasgadas e manchadas, a parte de trás da cabeça era desigual, seu cabelo despenteado.
“Deve estar doente, talvez morrendo!”
Que seja, Chris não estava gostando. Ele entrou no corredor e mirou sua Beretta no peito do homem.
“Espere, não se mova”!
O homem completou seu giro e foi na direção de Chris.
A face dele- daquilo- estava mortalmente pálida, exceto pelo sangue em seus lábios podres. Pedaços de pele seca estavam penduradas em sua buchechas fundas, e círculos escuros de seus olhos expressavam fome enquanto erguia suas mãos esqueléticas.
Chris atirou, três tiros que acertaram o peito da criatura em um fino jato vermelho. Com um som de respiração, a coisa caiu no chão morta.
Chris balançou para trás, seus pensamentos fluindo em sincronia com os seus batimentos cardíacos. Ele bateu na porta com um ombro, não percebendo quel ela se fechou, enquanto ia na direção do corpo.
“Morto?!?! Aquela coisa é um morto vivo!!!”

Continua...

Catiego Mariano Antunes

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15 julho, 2009

RESIDENTES DO MAL: “A misteriosa mansão da Umbrella”


(Capítulo 10) “A misteriosa mansão da Umbrella”

Eles conseguiram e entraram na mansão. Do lado de fora, os cães selvagens latiam e arranhavam as portas inutilmente.
Wesker respirou fundo, o fresco e calmo ar que preenchia a bem iluminada sala. Como ele já sabia aquela mansão não estava abandonada. E agora que eles estavam lá , todo o seu cuidadoso planejamento foi inútil.
Wesker silenciosamente amaldiçoou Brad Vickers de novo, e imaginou se eles ficarão melhor dentro do que fora da mansão...
Jill Valentine examinou o lugar enquanto recuperava o fôlego, sentindo-se a personagem de um pesadelo que acabou de virar fantasia. Monstros selvagens, a morte súbita de Joseph, uma assustadora corrida pela floresta escura e, agora, isto.
“Deserta, né?” interrogou Jill.
Era um palácio, puro e simples, o que seu pai chamaria de uma perfeita conquista. A sala era um resumo de uma abundância de formosura. Era enorme, facilmente maior que a casa de Jill.
Ela foi em direção das escadas, seus passos abafados pelo carpete que começava na porta. Havia um pequena máquina de escrever numa mesa à esquerda da escada. Uma estranha decoração.
Ela virou-se para os outros. Barry e Chris pareciam incertos. Wesker ainda estava na porta, examinando um dos puxadores.
Wesker se levantou.
“A madeira em volta da tranca está despedaçada. Alguém arrombou esta porta antes de chegarmos aqui!”
“Talves os BRAVOS?” Chris perguntou esperançoso.
“É o que eu estou achando. A ajuda deve estar a caminho, se o nosso “amigo”, Sr. Brad Vickers não se incomodar em ter chamado”...Wesker disse com sarcasmo.
Thump!!
O som de algo pesado parecia haver caído no chão em algum lugar perto.Em harmonia, eles se viraram para a única porta dupla no lado esquerdo da sala. Jil se lembrou de cada filme de terror que já viu; uma casa estranha, um barulho estranho... ela tremeu.
“Chris vá verificar o que foi este barulho e volto o quanto antes.”Wesker disse.
Chris concordou e foi para a porta, sua botas batendo altamente conta o chão de mármore.
“Chris”? disse Jill, com um mau pressentimento.
De mão na fechadura, ele olhou para ela.
“Tome cuidado!” ela disse.
Chris deu um sorrisinho, depois ergueu a arma e passou pela porta.
Barry sorriu para ela, um olhar que a disse para não se preocupar – mas Jill não conseguia disfarçar o sentimento de que Chris iria estar correndo perigo...

Continua...

Catiego Mariano Antunes

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